terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Há exactamente um ano e dois meses e 30 dias era assim... (dizem que estava violenta

Mata-me!

Mata-me agora!

Se me matares não será tão doloroso como a dor que já me provocas.


Arrancaste do meu peito o meu coração,

Apoderaste-te violentamente dele

Seguras-o a palpitar,

As tuas mãos tremem em cada batimento.

De joelhos, imploro “devolve-mo!, e deixa-me respirar!”


E sorris, e os teus olhos brilham…

Que divertimento…

Que prazer recebes com a minha dor!


Deixas-me naquela rua, vais para casa,

E vais a rir….

E eu fico sem coração, sem alma, só, a chorar.

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