Mata-me!
Mata-me agora!
Se me matares não será tão doloroso como a dor que já me provocas.
Arrancaste do meu peito o meu coração,
Apoderaste-te violentamente dele
Seguras-o a palpitar,
As tuas mãos tremem em cada batimento.
De joelhos, imploro “devolve-mo!, e deixa-me respirar!”
E sorris, e os teus olhos brilham…
Que divertimento…
Que prazer recebes com a minha dor!
Deixas-me naquela rua, vais para casa,
E vais a rir….
E eu fico sem coração, sem alma, só, a chorar.
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